Acho que é um engano muito absurdo acreditar que nós podemos dar certo, ou que "o nós" chegou alguma vez a existir. Você não pode me dar nada do que quero, preciso, idealizo. Você não é a pessoa certa, mas eu acreditei que pudesse fazê-lo ser. Ao invez disso, te sufoquei, eu sei. Um pouco também é culpa do meu "coração". Tão estupido, procurando po alguma bobagem qualquer pra se ocupar. E essa bobagem foi você. Mas você não é pra mim, e eu não sou pra você, assim como o dia jamais sera noite. Somos opostos, opostos que não se atraem. E por mais que eu acredite que eu posso te "consertar" e fazer com que você deixe de ser seco-estranho-insensivel-estupido, isso não vai acontecer, primeiro por que deveria haver amor, da sua parte, a ponto de você amolecer esse coração de pedra por mim, segundo, que eu já sou "estragada" demais pra ter que consertar alguem, alem de mim.
(...)
Processo de libertação (dele): não procura-lo (nao ligar, nao ir até ele), não o convidar para um cinema, barsinho, lanche, etc; não demonstrar nenhum tipo de afeto tanto por tras de palavras quanto por gestos; não implica-lo (nada de perguntar pq hoje ele esta chato, ou por que esta sendo mal comigo, nao criticar as coisas idiotas que ele faz)...
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Como me perdoar: esquecer o passado, nao a ponto de temê-lo, pois tudo que é temido é apenas "bloqueado" e uma hora ou outra volta, como assombração. Aceitar os erros, e encara-los como aprendizado. Ontem passou, morreu, virou pó. Hoje é agora, e daqui a pouco é uma chance unica. O carma passa a existir no momento em que você acredita nele, portanto, entenda que o que aconteceu aquela vez só ira se repetir se você agir como naquela vez. Nao se esqueça "Sua vida pode mudar a cada vez que você respira."
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